sábado, 8 de outubro de 2016

MUITO AMOR PELA SÉRIE DE LIVROS A SELEÇÃO

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Essas férias estão sendo mesmo produtivas (bravooo!!)... já consegui ler três livros e o mês apenas começou. No último domingo terminei "Lola e o Garoto da Casa ao Lado" de Stephanie Perkins e essa semana que passou li os dois últimos livros da série "A Seleção" de Kiera Cass que ainda faltavam. 
Os três primeiros livros eu havia lido em 2014, quando eu ainda não estava atolada com TCC, estágios e formatura e já era apaixonada por America Singer e o Príncipe Maxon Schreave. 
A ideia não é fazer uma resenha dos livros, até porque são cinco e seria meio cansativo, então vou deixar a sinopse deles apenas...

A SELEÇÃO (Sinopse pelo Submarino)
Para trinta e cinco garotas, A Seleção é a chance de uma vida. É a oportunidade de ser alçada a um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha. Para America Singer, no entanto, estar entre as selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás o rapaz que ama, abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer e viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes. Então America conhece pessoalmente o príncipe e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que nunca tinha ousado imaginar.

- A ELITE (Sinopse pelo Submarino)
A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto. America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer e ela está prestes a perder sua chance de escolher.

- A ESCOLHA (Sinopse pelo Submarino)
America já fez sua escolha, mas ainda há muitas outras em jogo. Com o fim do concurso cada vez mais próximo, e as ameaças rebeldes ao palácio ainda mais devastadoras, ela precisará lutar para alcançar o futuro que deseja. 
America era a candidata mais improvável da Seleção: se inscreveu por insistência da mãe e aceitou participar da competição só para se afastar de Aspen, um garoto que partira seu coração. Ao conhecer melhor o príncipe, porém, surgiu uma amizade que logo se transformou em algo mais. No entanto, toda vez que Maxon parecia estar certo de que escolheria America, algum obstáculo fazia os dois se afastarem. 
Um desses obstáculos era Aspen, que passou a ocupar o posto de guarda no palácio e estava decidido a reconquistar a namorada. Em encontros proibidos, ele a reconfortava em meio àquele mundo de luxos e rivalidades. Com essas idas e vindas, America perdeu um pouco de espaço no coração do príncipe, lugar que foi prontamente ocupado por outra concorrente. Para completar, o rei odiava America e a considerava a pior opção para o filho. Assim, tentava sabotar a relação dos dois, inventando mentiras e colocando a garota em prova a todo instante. 
Agora, para conseguir o que deseja, America precisa cortar os laços com Aspen, conquistar o povo de Illéa e conseguir novos aliados políticos. Mas tudo pode sair do controle quando ela começa a questionar o sistema de castas e a estratégia usada para lidar com os ataques rebeldes.

- A HERDEIRA (Sinopse pelo Submarino)
Vinte anos atrás, America Singer participou da Seleção e conquistou o coração do príncipe Maxon. Agora chegou a vez da princesa Eadlyn, filha do casal. Prestes a conhecer os trinta e cinco pretendentes que irão disputar sua mão numa nova Seleção, ela não tem esperanças de viver um conto de fadas como o de seus pais. Mas assim que a competição começa, ela percebe que encontrar seu príncipe encantado talvez não seja tão impossível quanto parecia.

- A COROA (Sinopse pela Saraiva)
Vinte anos se passaram desde que America Singer e o príncipe Maxon se apaixonaram, e a filha do casal é a primeira princesa a passar por sua própria Seleção. Eadlyn não acreditava que encontraria um companheiro entre os trinta e cinco pretendentes do concurso, muito menos o amor verdadeiro. Mas às vezes o coração prega peças… E agora Eadlyn precisa fazer uma escolha muito mais difícil - e importante - do que esperava.

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A parte mais empolgante é que a série vai virar filme e até aqueles que não se animam tanto com  a ideia de uma leitura vão poder rir e se emocionar com America, Maxon, Aspen, Eadlyn, Kile, Henri, Erik e todos(as) os(as) outros(as) selecionados(as).
Como se não bastasse, a linda da autora resolveu criar um livro para colorir (meu coração não aguenta!!). Eu já havia ficado extasiada com os Cards que vieram junto com o último livro (ganhei no meu aniversário deste ano), mas um livro de colorir foi meu ápice de amor por essa Série...

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Pelo que pesquisei, o livro ainda não foi publicado, mas vamos torcer para que não demore muito. Já estou ansiosa (só para variar um pouquinho)...

domingo, 2 de outubro de 2016

VOCÊ CONHECE A LOLA?

Há uns meses atrás ganhei o livro "Lola e o Garoto da Casa ao Lado", de Stephanie Perkins (Editora Novo Conceito), com uma dedicatória para lá de instigante...


"- Valorizam demais o que é perfeito. Perfeição é um tédio.
Deixo escapar um sorriso.
- Você não me acha perfeita? 
- Não. Você é deliciosamente esquisita e eu não queria que fosse de nenhum outro jeito."

Esse é um trecho de uma das conversas entre Lola e seu namorado Max, enquanto tomam chá no Japonese Tea Garden...

Confesso que comecei a ler esse livro cinco vezes e que achei que nunca conseguiria terminá-lo quando parei no Capítulo 08 em minha quarta tentativa. Mas sou dessas que quando começa um livro, gosta de acabá-lo. Então na última quinta-feira ao vê-lo na estante, com o marca-página sobressaindo entre as páginas iniciais, resolvi tentar mais uma última vez e tremenda foi minha surpresa quando me descobri completamente envolta na história e apaixonada por Cricket Bell e seus olhos azuis (já falei que sou apaixonada por olhos azuis?).
Li os 25 capítulos (204 páginas) que faltavam, nas últimas 72 horas e tanto gostei que decidi escrever sobre "Lola e o Garoto da Casa ao Lado".

Lola Nolan é uma versão mais jovem de Louisa Clark (Como eu era antes de você, de Jojo Moyes) com perucas coloridas e que confecciona suas próprias roupas. Ela trabalha na bilheteria de um cinema e tem um namorado estúpido, ciumento e que parece nem aí pra ela. Há dois anos atrás ela era apaixonada por Cricket Bell, mas ele a decepcionou muito e por isso ela passa o livro todo negando para si mesma que ainda é apaixonada por ele, até porque ela acha que só porque perdeu a virgindade com o namorado escroto, tem que amar ele.

Max tem 22 anos, é guitarrista da banda de rock Anfetamina e não tem nenhum interesse em fazer faculdade ou qualquer outra coisa da vida. Ele é o namorado ciumento de Lola. Como ele é o cara chato do livro (na verdade eu quem sou, por isso não curti ele desde o início) não me atentei muito aos seus detalhes, até porque a própria Lola, que narra a história, não sabe muito sobre a vida dele, pois eles passam vários dias sem se ver, já que ele vive fazendo shows fora da cidade. 

Cricket Bell, é o vizinho da casa ao lado. Ele tem uma irmã gêmea, Calliope (nome esquisito, vamos combinar?!), que não é nada legal na maior parte do livro. Toda a vida dos Bell foi servir a "alteza" dançarina Calliope e, por isso, Cricket sempre esteve em segundo plano (isso dá uma vontade de afagar seus cabelos pretos despenteados toda vez que Lola nos lembra). Nosso protagonista foi vítima de uma armação da irmã (que ela jura ter feito apenas por achar que perderia o irmão) há dois anos e isso o separou de seu grande amor, Lola. Agora ele está de volta ao Bairro Castro e parece disposto a reconquistar seu lugar no coração da amada, mesmo que isso signifique ser seu amigo e sofrer com o amor dela pelo "ridículo" do Max.


Se eu indico o livro? Com toda certeza!! Tente passar da página 80 e terá uma leitura super romântica, divertida e cheia de criatividade. Cricket Bell e Lola Nolan são a dose perfeita de esquisitice para um livro bombástico. 

sábado, 27 de agosto de 2016

"A TRISTE GERAÇÃO QUE VIROU ESCRAVA DA PRÓPRIA CARREIRA"

Eu nem sabia que o Estadão possuía uma lista de Blogs próprios (a mais desinformada) e sabe o que é melhor?! Ela é imensa...

Estava lendo as postagens da Advogada e Professora universitária, Ruth Manus, no blog "Retratos e relatos do cotidiano" e achei uma postagens meio antiga (29 de abril de 2015 nem é tão antiga assim, rs), mas que encaixou tão bem no momento da minha vida que gostaria de compartilhar, pois nestes últimos dias conversando com vários colegas da faculdade, amigos da vida, conhecidos recém formados... percebi que encarar o início da vida e escolher qual rumo seguir "era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício"

(E a juventude vai escoando entre os dedos.)

Era uma vez uma geração que se achava muito livre.
Tinha pena dos avós, que casaram cedo e nunca viajaram para a Europa.
Tinha pena dos pais, que tiveram que camelar em empreguinhos ingratos e suar muitas camisas para pagar o aluguel, a escola e as viagens em família para pousadas no interior.
Tinha pena de todos os que não falavam inglês fluentemente.
Era uma vez uma geração que crescia quase bilíngue. Depois vinham noções de francês, italiano, espanhol, alemão, mandarim.
Frequentou as melhores escolas.
Entrou nas melhores faculdades.
Passou no processo seletivo dos melhores estágios.
Foram efetivados. Ficaram orgulhosos, com razão.
E veio pós, especialização, mestrado, MBA. Os diplomas foram subindo pelas paredes.
Era uma vez uma geração que aos 20 ganhava o que não precisava. Aos 25 ganhava o que os pais ganharam aos 45. Aos 30 ganhava o que os pais ganharam na vida toda. Aos 35 ganhava o que os pais nunca sonharam ganhar.
Ninguém podia os deter. A experiência crescia diariamente, a carreira era meteórica, a conta bancária estava cada dia mais bonita.
O problema era que o auge estava cada vez mais longe. A meta estava cada vez mais distante. Algo como o burro que persegue a cenoura ou o cão que corre atrás do próprio rabo.
O problema era uma nebulosa na qual já não se podia distinguir o que era meta, o que era sonho, o que era gana, o que era ambição, o que era ganância, o que necessário e o que era vício.
O dinheiro que estava na conta dava para muitas viagens. Dava para visitar aquele amigo querido que estava em Barcelona. Dava para realizar o sonho de conhecer a Tailândia. Dava para voar bem alto.
Mas, sabe como é, né? Prioridades. Acabavam sempre ficando ao invés de sempre ir.
Essa geração tentava se convencer de que podia comprar saúde em caixinhas. Chegava a acreditar que uma hora de corrida podia mesmo compensar todo o dano que fazia diariamente ao próprio corpo.
Aos 20: ibuprofeno. Aos 25: omeprazol. Aos 30: rivotril. Aos 35: stent.
Uma estranha geração que tomava café para ficar acordada e comprimidos para dormir.
Oscilavam entre o sim e o não. Você dá conta? Sim. Cumpre o prazo? Sim. Chega mais cedo? Sim. Sai mais tarde? Sim. Quer se destacar na equipe? Sim.
Mas para a vida, costumava ser não:
Aos 20 eles não conseguiram estudar para as provas da faculdade porque o estágio demandava muito.
Aos 25 eles não foram morar fora porque havia uma perspectiva muito boa de promoção na empresa.
Aos 30 eles não foram no aniversário de um velho amigo porque ficaram até as 2 da manhã no escritório.
Aos 35 eles não viram o filho andar pela primeira vez. Quando chegavam, ele já tinha dormido, quando saíam ele não tinha acordado.
Às vezes, choravam no carro e, descuidadamente começavam a se perguntar se a vida dos pais e dos avós tinha sido mesmo tão ruim como parecia.
Por um instante, chegavam a pensar que talvez uma casinha pequena, um carro popular dividido entre o casal e férias em um hotel fazenda pudessem fazer algum sentido.
Mas não dava mais tempo. Já eram escravos do câmbio automático, do vinho francês, dos resorts, das imagens, das expectativas da empresa, dos olhares curiosos dos “amigos”.
Era uma vez uma geração que se achava muito livre. Afinal tinha conhecimento, tinha poder, tinha os melhores cargos, tinha dinheiro.
Só não tinha controle do próprio tempo.
Só não via que os dias estavam passando.
Só não percebia que a juventude estava escoando entre os dedos e que os bônus do final do ano não comprariam os anos de volta.
Ruth Manus

Foi aí que percebi que muitas vezes tomamos decisões baseadas no desejo de ser livre, mas na verdade estamos nos tornando escravos de uma vontade de nos tornarmos autossuficientes, independentes e orgulhosos de nós mesmos. Essa vontade nos cega para o que realmente é importante e está se tornando cada vez mais escasso: família, amigos, amor, felicidade...
A carreira é sim algo importante, mas não devia ser nossa prioridade, como gosto sempre de dizer "que trabalhemos para viver, ao invés de viver para trabalhar!". 

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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

FACULDADE ACABANDO, E AGORA? PARTE 3

Estou definitivamente formada e agora, mais do que nunca, perdida...

Sempre achei que meu sonho mais difícil era entrar na melhor Universidade do Estado (sexta melhor do país, segundo a Folha de São Paulo), mas a verdade é que saber o que fazer ao sair dela é ainda mais difícil...
Tem um mundo de caminhos que posso seguir, mais de 70 segundo a Resolução que rege minha profissão. Mas saber o que eu quero para o resto da vida é que torna tudo amedrontador.
Tá! Tá! Eu sei que sempre posso parar tudo o que estou fazendo e começar de novo, mas o problema é que eu vejo a vida com uma passagem muito curta e tento evitar ao máximo os erros, para que possa aproveitar as coisas legais da vida. 
Também não posso deixar de mencionar que desistir, para mim, é uma das coisas mais difíceis.
Não me preocupo muito com medo de ficar desempregada, porque ao me formar em Farmácia tenho a garantia de que sempre haverá um estabelecimento farmacêutico em cada esquina e muitos deles precisando desesperadamente de um farmacêutico. 

A questão aqui é: o que eu quero para minha vida? Em qual navio eu gostaria de embarcar, mesmo que ao chegar na metade do cruzeiro tenha que descer, pegar um avião e voltar para casa mais cedo?

Não é fácil decidir um caminho, sendo que é ainda mais difícil quando você sente que sua mente precisa desentulhar um pouco da informação, da pressão, da ansiedade que adquiriu ao longo dos últimos seis/sete anos. 

Foi então que tomei uma decisão brilhante (talvez em alguns dias eu me arrependa) e prática: tirarei o resto do ano de férias. Voltarei para a casa dos meus pais, minha pacata cidade natal e tentarei reencontrar aquela garotinha de 17 anos que lutou bravamente por um sonho, talvez ingênua, mas muito mais forte e corajosa que essa adulta que se tornou. 

Durante seis anos, dormi duas horas e meia/ três horas por noite, me descabelei com longos trabalhos, chorei com as incontáveis provas, estraguei meu estômago com café forte e pó de guaraná, engordei e fiquei flácida por não praticar exercícios físicos e comer comidas prontas e/ou industrializadas, ganhei um punhado de fios de cabelo brancos pelo estresse, entre outras inúmeras coisas que fiz ou deixei de fazer para tirar o máximo de proveito do meu sonho.
Confesso que acho que não fiz muitas escolhas inteligentes e que poderia ter feito muito mais durante esses seis anos. Acredito que a Layssa de hoje seria mais empenhada, faltaria menos aulas, participaria de mais projetos da faculdade, faria o tal curso de inglês que vem prorrogando desde que se mudou para a capital e talvez até terminasse aquela inscrição que ficou pela metade para o intercâmbio para o Estados Unidos...

Há seis dias eu ouvi a tão sonhada frase "confiro-lhe o grau de farmacêutica", mas hoje eu só queria ouvir "feliz cinco anos!!" 

"Ser ou não ser, eis a questão." A famosa frase de William Shakespeare cabe como uma luva nas mais variadas etapas da minha vida, principalmente nesta, em que me preparo para decidir o rumo do que pode ser meus próximos 30/40 anos... Aliás, quem somos nós? 

sábado, 9 de julho de 2016

MEU VIZINHO É UM PSICOPATA?

Stout, M. Meu vizinho é um psicopata. Editora Sextante, Rio de Janeiro, 2010.

Martha Stout, psicóloga renomada, foi membro docente do Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina de Harvad durante 25 anos, PhD em psicologia pela Universidade Stony Brook, atualmente exerce a prática clínica privada e é autora de dois outros livros (The Myth of Sanity, The Paranoia Switch).
Stout em seu livro Meu vizinho é um psicopata atenta à presença ou ausência da consciência como a diferença entre um indivíduo normal e um psicopata. A autora traz à tona o fato de que uma a cada 25 pessoas é um psicopata, porém a maioria não são os famosos serial Killer’s tão comumente encontrados nos seriados americanos, mas muitas vezes vivem a nossa volta e são capazes de fingir muito bem, possuem charme e manipulam a todos quanto estiverem em seu caminho, se assim preciso for. A obra traz um capítulo sobre como identificar uma pessoa sem culpa ou remorso, e posteriormente 13 regras sobre como lidar com os sociopatas na vida cotidiana. Ao longo desse trabalho literário a autora descreve o efeito que essa falta de consciência pode causar na vida das pessoas através de histórias reais ou acondicionando alguns fatos acontecidos com seus próprios pacientes.
A obra Meu vizinho é um psicopata é uma reflexão de nós mesmos e daqueles a nossa volta, tornando-se assim intrigante. Porém, olhando por um novo ângulo, em vários momentos Stout usou sentimentalismo para descrever algo interno de um de seus pacientes, gerando uma certa contradição no fato do psicopata ser manipulador e fazer todos a sua volta acreditar em seu discurso, ela também traz histórias de sociopatas que levam vidas normais e, ao mesmo tempo, levanta a questão da dificuldade em identificar um psicopata. Será mesmo que para um psicólogo é assim tão simples identificá-los? É um livro recomendado, não aos psicopatas, pois eles não possuem consciência, mas a todo ser humano, pois qualquer um pode ter um sociopata ao seu lado, seja como vizinho, irmão, cônjuge, chefe ou até mesmo aquele seu grande amigo de sorriso cativante.

#MEDO

sábado, 11 de junho de 2016

AGORA, UM POEMA DE AMOR...

MEU DESTINO


Nas palmas de tuas mãos
leio as linhas da minha vida.
Linhas cruzadas, sinuosas,
interferindo no teu destino.
Não te procurei, não me procurastes –
íamos sozinhos por estradas diferentes.
Indiferentes, cruzamos
Passavas com o fardo da vida…
Corri ao teu encontro.
Sorri. Falamos.
Esse dia foi marcado
com a pedra branca
da cabeça de um peixe.
E, desde então, caminhamos
juntos pela vida…

Cora Coralina

quinta-feira, 19 de maio de 2016

24 ANOS, 24 APRENDIZADOS

UHUUUUL!! 24 anos já!!

No dia 19 de maio de 1992 nascia essa coisinha confusa e indecisa que vos escreve... 
Hoje, 24 anos depois (credo! como o tempo passa), minha maior certeza é que o tempo pode ser nosso melhor amigo. 
Ah, o tempo...
Se soubermos aproveitá-lo ele nos ajudará a alcançar todos os nossos objetivos, mas, se por outro lado, não o usarmos de forma inteligente ele se tornará nosso maior inimigo. 
Embora eu tenha dado milhares de cabeçadas ao longo dos anos, tudo nessa vida me serviu de aprendizado e se por algum motivo eu tiver que voltar no tempo espero fazer tudo exatamente igual, para que ao completar meus 24 anos, eu possa ser essa mesma pessoa que sou...

Neste momento, sentada nesse assento desconfortável, com mais de 300 km pela frente, rumo à casa dos meus pais para comemorar mais um aniversário, eu posso contar a vocês quais foram, de longe, os maiores aprendizados desses 24 anos...

*Me desafio a escrever um aprendizado para cada ano de vida (não que necessariamente eu tenha aprendido eles naquele ano de vida, até porque até uns 10 anos de idade estamos aprendendo coisas mais estruturais de nosso ser)

1 - O tempo pode ser nosso melhor amigo ou nosso maior inimigo! Não existe meio termo quando se trata do Tempo. 

2 - Quando se tem um foco os sonhos se tornam realidade com mais facilidade. 

3 - Os sonhos, mesmo que não realizados, trazem felicidade, foco e determinação.

4 - Realizar um sonho, talvez o menor deles, é o maior incentivo para lutar por todos os outros. 

5 - Pequenos detalhes trazem felicidade, grandes detalhes, preocupações. 

6 - Alta expectativa = Grande decepção.

7 - Confiança é uma arma perigosa. Se você confia demais, você pode se tornar cego; se você confia de menos, você pode começar a achar que enxerga além do que se pode ver.

8 - A leitura é a melhor viagem quando não se pode esbanjar com uma. 

9 - Seus pais são as únicas pessoas que nunca te abandonarão, mesmo que você os decepcione.

10 - A solidão é a melhor forma de autoconhecimento e fechar a porta do seu quarto pode ser o único passo preciso para ser você mesmo.  

11 - Seus amigos são a melhor diversão, mas nem sempre eles vão te fazer feliz, na maioria da vezes você será o único responsável por encontrar o seu riso. 

12 - Olhar muito para si mesmo só aumenta a decepção. Você sempre achará que é menos do que sonha e o seu próximo estará sempre com a grama mais verde que a sua, mesmo que ele não pense assim. 

13 - Se apaixonar é a melhor forma de fugir do mundo, de si e de seus problemas (mas normalmente fugir não resolve nada, uma hora ou outra você terá que encará-los).

14 - A decepção é a maior dor do mundo, mas também o melhor caminho para se tornar empático. 

15 - Sorrir é a melhor arma contra especulações.

16 - A vida é um filme, você é quem decide se escreve um roteiro fantástico, fantasmagórico, alienante ou faz um documentário com base em fatos reais. 

17 - Exercício físico é a maneira mais simples de relaxamento. 

18 - Uma alimentação saudável será sempre sua maior aliada no combate às doenças, mas nos dias de hoje é o hábito mais difícil de se consolidar.

19 - Qualquer coisa pode se tornar um hábito, mas para isso você precisa se esforçar muito no início (alguns estudiosos dizem que por 21 dias, outros por 60 - eu ainda não tenho certeza desse tempo, pois acabo demorando bem mais, já que pela dificuldade falho muito).

20 - Quer fugir de tudo? Tire um cochilo.

21 - Um dos maiores prazeres da vida é deitar no colo da sua mãe e deixar ela mexer no seu cabelo (ouvi algo parecido no filme "Cartas para Julieta" e confirmo com base em minha própria experiência).

22 - Muitas pessoas só lembram de sua existência quando precisam de algo.

23 - Amar é verbo intransitivo, ou seja, não precisa de complemento, por isso amar a si mesmo é o ato mais inteligente, porém amar sem limites (pessoas, coisas, lugares, atitudes...) é o ato mais corajoso.

24 - Aniversário é o dia mais legal do ano, o dia que você pode aproveitar e se sentir o ser mais especial do mundo, por isso Parabéns pra mim!!